TJMG e CNJ lançam projeto-piloto contra violência contra mulheres e LGBTQIA+
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), lançou um projeto-piloto para prevenir a violência contra mulheres e pessoas da comunidade LGBTQIA+. O evento ocorreu no dia 15 de julho, na capital mineira.
Lançamento do Projeto-Piloto
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), realizou um evento importante no dia 15 de julho, na capital mineira. O lançamento contou com a presença de representantes da rede de proteção e foi realizado no Auditório do Fórum Cível e Fazendário da Comarca de Belo Horizonte.
O projeto-piloto visa implementar o Formulário Eletrônico Nacional de Avaliação de Risco (Fonar) e o Registro de Ocorrência Geral de Emergência e Risco Iminente às Pessoas LGBTQIA+ (Rogéria). Esses instrumentos são fundamentais para identificar sinais de perigo à integridade física e psicológica das possíveis vítimas, prevenindo agressões e o feminicídio.
Contexto Legal e Base Normativa
O Fonar foi criado em 2020 com o objetivo de avaliar os riscos de novas violências domésticas contra mulheres. Em 2022, o CNJ expandiu a iniciativa para incluir casos relacionados à comunidade LGBTQIA+. Essa expansão reflete a necessidade crescente de proteção legal e social para grupos vulneráveis.
A implementação desses formulários é parte do programa Justiça Plural, que visa fortalecer a rede de proteção às mulheres em situação de violência doméstica e familiar, bem como às pessoas da comunidade LGBTQIA+.
Impacto Prático
O projeto-piloto será testado inicialmente na capital mineira e em João Pessoa (PB), antes de ser expandido para todo o país. A integração entre órgãos públicos é fundamental para a eficácia das medidas propostas, permitindo uma resposta mais rápida e coordenada às situações de violência.
Representantes da prefeitura de Belo Horizonte destacaram a importância do fluxo humanizado desde o acolhimento inicial até os diagnósticos de risco. O superintendente adjunto da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Comsiv) do TJMG, Leonardo Guimarães Moreira, enfatizou a parceria com o CNJ como um avanço significativo para estruturar a rede de proteção na capital mineira.
Conclusão
A implementação dessas ferramentas representa um passo importante no enfrentamento à violência contra mulheres e pessoas LGBTQIA+. A cooperação entre diferentes segmentos da sociedade é crucial para garantir que as medidas propostas sejam efetivas e alcançam seu objetivo de prevenir agressões e proteger grupos vulneráveis. Com o sucesso do projeto-piloto, espera-se uma expansão nacional que possa levar esses benefícios a outras regiões.
Transforme essa notícia em ação: gere sua petição completa com IA jurídica treinada em legislação brasileira.
Veja também

Influencer Marçal obtém liminar para concorrer à presidência
A Justiça Eleitoral de São Paulo concedeu uma decisão favorável ao influenciador digital Pablo Marçal, permitindo que ele se filie ao Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) e possa concorrer à presidência nas próximas eleições. A medida judicial abre caminho para o candi

Ex-mulher de Latino denuncia agressões em tribunal
A ex-esposa do cantor Latino apresentou uma queixa formal contra ele por diversas formas de violência doméstica, buscando proteção legal e apoio para si mesma e seus filhos. O caso destaca a importância dos mecanismos jurídicos disponíveis às vítimas de abuso familiar.

Registro de Óbitos na Região de Apucarana
O Autarquia Municipal de Serviços Funerários de Apucarana (Aserfa) divulga regularmente a lista dos falecimentos ocorridos na região. Este sábado, dia 15, não foi diferente.

MP Eleitoral Questiona Governo Tarcísio Sobre Caso de Motorista
O Ministério Público Eleitoral solicitou esclarecimentos ao governo do Ministro Tarcísio sobre a contratação de um motorista durante o período eleitoral. A questão envolve potenciais irregularidades sob as leis brasileiras.

Veracidade das Informações sobre Urnas Eletrônicas
Publicações nas redes sociais têm questionado a veracidade de informações divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o fornecimento de urnas eletrônicas. O TSE reafirma que não houve mentira em relação à atuação da Smartmatic no Brasil.